Simplesmente sabby chic

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Comecei a flertar com o estilo sabby chic aos poucos. Um detalhe aqui, outro ali… quando me dei conta, já tinha sido fisgada!

Me transmite sensações muito agradáveis de pureza, poesia, delicadeza, preservação da memória, aconchego e muito cuidado e capricho com os objetos do lar. Lembra a minha avó fazendo bordados e paninhos de renda para embelezar o dia a dia dos moradores da casa.

Você também já deve ter ouvido falar neste estilo por aí. O termo sabby chic surgiu em meados dos anos 70 para denominar um jeito de decorar inspirado nas casas de campo da Grã-Bretanha. Na tradução literal, o significado é algo como “chique gasto” ou “chique esfarrapado”. O forte desse estilo é mesclar peças sofisticadas e antigas, com pegada clássica, como poltronas vitorianas suntuosas e lustres imponentes com objetos e materiais artesanais, simples e desgastados: de bandejas de metal a espelhos enferrujados e mesas de madeira descascada.

Adquiriu contornos contemporâneos, pelas misturas com elementos modernos e os estilos cottage (países europeus), wabi sabi (oriental) e provençal (surgido no sul da França no século XVII). Atualmente as diferenças entre eles estão desaparecendo, assim como todos os estilos “fechados”. Ah, ainda tem o country americano… Resumindo, todos têm uma base campestre.

O que eles têm em comum?

  • Romantismo e  feminilidade: nas flores, tecidos bordados, delicadeza das peças.
  • Antigamente as cores pastéis e o branco predominavam. Hoje nem tanto.
  • Peças desgastadas com o tempo ou pintadas com pátina que produz o mesmo efeito.
  • Novos usos para objetos
  • Mistura equilibrada entre o rústico e o refinado
  • Tecidos e papéis de paredes estapados com motivos florais e toile de jouy.

Confesso que, dentro do meu estilo eclético tenho uma quedinha para o sabby chic. Especialmente porque adoro o campo.

O shabby chic tem duas grandes referências que ajudaram a popularizar e a expandir o estilo imprimindo mais elegância, bom gosto e novas misturas: Laura Ashley e Rachel Ashwell.

Laura Ashley

Laura Ashley é uma marca tipicamente inglesa reconhecida e respeitada no mundo inteiro. Com mais de 50 anos de experiência, as coleções Laura Ashley se mantêm sempre contemporâneas por meio de novas paletas de cores e novos detalhes introduzidos em estilos tradicionais:

http://www.lauraashley.com/

Rachel Ashwell nasceu em Cambridge, Inglaterra, e fundou sua marca em 1989.
O conforto, a beleza das imperfeições e o apelo por uma vida simples e prática são os pilares da marca. Como a familiaridade aconchegante de uma calça jeans desbotada, a elegância das ruínas de uma vila italiana, a grandeza de veludos  desbotados e descascados florais.

Rachel Ashwell

Rachel Ashwell

 

Rachel Ashwell

 

Rachel Ashwell

Hoje, Rachel Ashwell Couture está localizada em Santa Monica, Califórnia, SoHo, Nova York e bairro de Notting Hill, em Londres, com linhas cada vez maior de roupas de cama, móveis, acessórios e itens antigos.

“Como uma mãe e criadora da marca, meus pensamentos sobre decoração são de que uma casa pode ser verdadeiramente vivida e ainda ser linda. Eu acredito em ambientes descontraídos e acolhedores, onde as crianças são livres para colocar os pés no sofá e os hóspedes podem colocar seus copos na mesa de café. Para mim, o segredo para viver bem é me cercar de coisas bonitas que são práticas e deliciosamente confortáveis”, define Rachel.

https://www.rachelashwellshabbychiccouture.com/blog/

Como pode ver, o shabby chic é um estilo aberto a muita criatividade. Veja quantas possibilidades:

 

Se você quer adotar ou dar um toque do estilo na decoração, se liga no próximo post. Vamos fazer uma seleção de objetos, móveis e acessórios ultra shabby chic, a venda no mercado.

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About Author

Este blog é de autoria da decoradora, organizadora de interiores, consultora em decoração e organização, Veronica Fraga, que também é fotógrafa, jornalista e colunista da Revista Rio Arquitetura e Design. Uma pessoa multifacetada e apaixonada por tudo o que é ligado a estética.

6 Comentários

  1. Gracias por esta cita tan preciosa.Enzo Cormann es un gran dramaturgo y un gran pensador del teatro en Francia, aunque se le ve algo marginado ahora mismo (eso de las generaciones)… Lo entrevisté hace un par de años y fue muy generoso a la hora de debatir sobre mi tema de tesis (la cuarta pared).

  2. Funny that, but Labour wants the stock market to rise it wants investors it needs investors to buy, sadly they are not doing this now and the banks may well drop down in price, of course Labour has to sell at some times so would hope that all the people will of course buy shares.Bit of a mess really but then again ask your self who caused it, was it all caused in the USA as brown wants people to think or was it that be loaned money to a mouse for a mortgage if it asked, or a rat.

  3. قال:اندرويد طبعاً نظام تشغيل ليس له حدود كبرمجيات ورومات وغيره … اما بالنسبة للشكل الأنيق والفخم بأندرويد فهي أجهزة سوني بلا منازع. أما آيفون جهاز جيد طبعا ولكن كنظام تشغيل ينقصه الكثير ليصل الى مستوى نظام أندرويد ..

  4. fyi,Burt and Simes correctly note (in piece you linked) that Obama allowed domestic politics to “trump” US national interests, regarding the illegal Israeli Jewish settlements in the West Bank.Their warning about the dangers posed by convergence of neocons and “liberal interventionists” is well taken. And they note the absurd notion that seems to prevail, that the collapse of the USSR should not be ascribed to its own internal failings, but rather to the magnificence of the American way. (They put this in slightly different terms.)

  5. Yup, for many organisations it seems that customers are not their reason for existence so much as the things that get in the way of their carefully crafted policies and procedures.It’s when companies adopt that attitude you know they are doomed to long-term decline and insignificance – unless new leadership sets them straight before the rot is too deeply entrenched.

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